Duração: 1 dia

Disponibilidade: 13 de Maio a 09 de Julho 

10h00| Manhã

É tempo de Cerejas! É tempo de viajar até ao Fundão para provar os doces rubis em pleno pomar! Chegando ao pomar é-nos oferecida uma pequena caixa de 250gr, para que possamos colher as cerejas diretamente das cerejeiras. Pelo meio da tarefa, vamos comendo uma cereja aqui e ali, pois não há nada como comer a cereja da árvore! É contada toda a história do aparecimento da cereja no Fundão, os seus benefícios para a saúde e as suas utilidades culinárias. Com esta informação aguçam-nos a vontade de comer uma cereja atrás da outra. Por isso se diz que as cerejas são como as conversas! Continuamos no Caminho dos preciosos rubis partindo à descoberta da aldeia de Alcongosta, onde as artes estão presentes no saber e no fazer. Vamos ao encontro dos cesteiros que trabalham o castanheiro bravo nas suas oficinas. São muitos os meses de preparação da madeira até chegar ao momento em que, habilmente, com as mãos, já marcadas por esta arte, transformam a dureza da madeira em graciosas cestas. Não podíamos sair desta aldeia serrana sem provar os doces e licores de receita antiga da avó Maria, que a família preservou, criando a empresa Sabores da Gardunha. Os doces de cereja, de maçã com castanha ou de abóbora com noz são ícones, feitos exclusivamente com a fruta que cresce no microclima da Gardunha, o que lhes dá características únicas.

13h00 | Almoço

15h00| Tarde

 

Após o almoço, iniciamos uma caminhada pelo Centro Histórico do Fundão. Aí descobrimos a herança judaica na rua da Cale. Após visitarmos as antigas lojinhas, entramos no premiado Museu Arqueológico José Alves Monteiro. Aqui, recuamos no tempo, e vamos ao encontro da pré-história até à romanização. Continuamos a desvendar o carácter da cidade, deslindando a história em cada um dos pontos de interesse, e percebemos a identidade da localidade definido na antiga real Fábrica dos Lanifícios, no casino Fundanense ou nos muitos solares que marcam o centro histórico. Terminamos a visita no Centro de Interpretação - Moagem do Centeio, onde identificamos a herança moageira da cidade através do sistema mecanizado pertencente à antiga Fábrica de Moagem e às memórias presentes dos antigos trabalhadores. No final, para recuperarmos as energias, degustamos um conjunto produtos com sabor a cereja.